Já não mais...
Já vi a esperança
Mas hoje não a reconheço.
Apenas me passa uma vaga lembrança
Mas que dela logo me esqueço.
Já vivi em plena harmonia
Mas hoje estou à beira da morte
Vago-me de uma breve alegria
Ao ver que ainda me resta a sorte.
Vivo de algumas recordações
Daquelas que não me esqueci
Meus sonhos soam como canções
E por eles é que estou aqui.
Ou entendi errado ou sonhos e esperanças são coisas divergentes em seu poema.
ResponderExcluirSe assim for hei de concordar com ti. Por sonhos, para mim não irreais, quanto a esperança, pode ser a realização real destes sonhos!