Não Se Sabe...
Não se sabe se por culpa da vontade
Se nunca pode ou se nunca quis
Sabe-se ao menos que encontrou na amizade
Um modo belo de ser feliz
Mas seu coração há tempos ansiava
Por algo forte como uma paixão
Mas, distante, apenas imaginava
O que era repelido pelo medo da decepção
Não se sabe se está aberto
O coração pulsante que se faz sentir
Não se sabe se está longe ou perto
Quem, de amor, faça-o se abrir
O que se sabe é o que é incerto
Tal qual amor tentar predizer
Não se sabe se está longe ou perto
Só se espera ele aparecer...
Se nunca pode ou se nunca quis
Sabe-se ao menos que encontrou na amizade
Um modo belo de ser feliz
Mas seu coração há tempos ansiava
Por algo forte como uma paixão
Mas, distante, apenas imaginava
O que era repelido pelo medo da decepção
Não se sabe se está aberto
O coração pulsante que se faz sentir
Não se sabe se está longe ou perto
Quem, de amor, faça-o se abrir
O que se sabe é o que é incerto
Tal qual amor tentar predizer
Não se sabe se está longe ou perto
Só se espera ele aparecer...
Bonito poema - como todos os seus. Fiquei confuso somente se ele retrata incerteza de sentimentos ou de ações quanto ao que se sente.
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