Chuva de Outono

Se em teu amanhã despertasse
Enquanto o teu futuro adormece
E o teu passado acordasse,
O que se esqueceu já não mais se esquece

Em teu presente já não mais estaria
Por entre recordações andaria
E o que uma vez dissera, ouviria
E ao invés de sorrir, choraria

E de teus olhos, lágrimas derramaria
E a chuva de outono, outra vez,
Sobre ti cairia...

Comentários

  1. O tempo é realmente uma inconstante, e da forma que o abordou nesse poema o tornou ainda mais indistinto. Gostei dos versos, parabéns!

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  2. Esse é um dos meus preferidos Mi, adoro.
    "O que se esqueceu já não mais se esquece" Cheio de frases... fodas, rs. *-*

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