Chuva de Outono
Se em teu amanhã despertasse
Enquanto o teu futuro adormece
E o teu passado acordasse,
O que se esqueceu já não mais se esquece
Em teu presente já não mais estaria
Por entre recordações andaria
E o que uma vez dissera, ouviria
E ao invés de sorrir, choraria
E de teus olhos, lágrimas derramaria
E a chuva de outono, outra vez,
Sobre ti cairia...
Enquanto o teu futuro adormece
E o teu passado acordasse,
O que se esqueceu já não mais se esquece
Em teu presente já não mais estaria
Por entre recordações andaria
E o que uma vez dissera, ouviria
E ao invés de sorrir, choraria
E de teus olhos, lágrimas derramaria
E a chuva de outono, outra vez,
Sobre ti cairia...
O tempo é realmente uma inconstante, e da forma que o abordou nesse poema o tornou ainda mais indistinto. Gostei dos versos, parabéns!
ResponderExcluirEsse é um dos meus preferidos Mi, adoro.
ResponderExcluir"O que se esqueceu já não mais se esquece" Cheio de frases... fodas, rs. *-*