Súplica ao Tempo
Concede-me essa dança, uma última vez
Tenta ver a intensidade com que lhe peço
É que não sei se estou pronta para me despedir
Mas não se preocupe - quado estiver, me despeço
Não é que eu esteja querendo prolongar
É só que não sei o sentido do fim
Se soubesse, talvez fosse mais fácil aceitar
Se souberes, então digas para mim
É que nunca parece o bastante
Mas o é, justamente por não parecer
Mas se de fato o fosse, então porque persiste o vazio sufocante?
Talvez por querermos sempre mais do que podemos ter...
Tenta ver a intensidade com que lhe peço
É que não sei se estou pronta para me despedir
Mas não se preocupe - quado estiver, me despeço
Não é que eu esteja querendo prolongar
É só que não sei o sentido do fim
Se soubesse, talvez fosse mais fácil aceitar
Se souberes, então digas para mim
É que nunca parece o bastante
Mas o é, justamente por não parecer
Mas se de fato o fosse, então porque persiste o vazio sufocante?
Talvez por querermos sempre mais do que podemos ter...
Michelle, você não gostou desse poema? Tu é doida criatura? FICOU LINDO. "Não é que eu esteja querendo prolongar
ResponderExcluirÉ só que não sei o sentido do fim" o que é isso? Tu ainda vai me matar do coração com essas coisas lindas que tu escreve, sério. Adoro esses poemas que parecem falar diretamente com a gente, sabe? Como uma carta, eu sinto mais o que o poema quis dizer, é como se você eu falando com alguém... slá. Muito lindo Mi, eu adorei de verdade ok? Esse negocio de despedidas sempre mexe comigo, e você soube traduzir isso nesse poema melhor do que qualquer um conseguiu um dia, é.
Vi primeiramente esse poema no meu Google Reader, mas quando vim comentá-lo no blog ele havia sumido.
ResponderExcluirGostei do poema, cada estrofe me suscita um pensamento além do poema em si.